Thursday, October 18, 2007

Saiu no HAGAH… A quem interessar possa…

“O Meu H desta semana traz uma entrevista com um dos músicos mais queridos do nosso Estado. Thedy Corrêa, vocalista da banda Nenhum de Nós, nasceu em Porto Alegre, em 1963. Antes de iniciar a carreira de músico, em meados dos anos 80, Thedy Rodrigues Corrêa Filho estudou na Escola Estadual Paula Soares e no Nossa Senhora das Dores, que agora se chama Colégio La Salle Dores. Hoje, com mais de vinte anos de uma carreira consolidada, casado e pai de uma filha, Thedy se dedica à banda e à família.

Afirma que não costuma curtir baladas, prefere sair pra jantar com amigos e ficar batendo papo até altas horas. Nessas ocasiões, os locais preferidos são o Zelig, Costela no Rolete, Al Nur, Barranco e Fratello Sole, cada um com uma característica diferente e muito peculiar. O que o leva até lá? “Boa comida, bom ambiente e excelente serviço. Cansei de ir a lugares com atendimento deficiente e desorganizado. Isso é de última.” - constata. Dentro dessa mesma regra, as compras para a casa são feitas em lugares eleitos com cuidado. O Mercado Público de Porto Alegre é sempre uma ótima opção quando se trata de bons produtos para casa, erva mate, por exemplo. 
Quando não está trabalhando, o músico gosta de passear com a família, ver alguma peça de teatro ou um filme no Unibanco Arteplex. A banda Nenhum de Nós se apresenta no próximo dia 21, no Teatro do Bourbon Country, no projeto Estúdio Coca-Cola, junto com o Papas da Língua. E falando em show, o músico fala sobre os lugares onde mais gosta de tocar: “Com climas bem distintos o Theatro São Pedro e o Opinião são os melhores. Ainda não toquei no Pepsi on Stage e vou tocar dia 21 no Teatro do Bourbon Country”. Para um programinha mais light, a capital gaúcha possui uma grande variedade de cafés. Para Thedy, os melhores são a Palavraria Livraria e Café, o café da Livraria Cultura e a Barbarella Bakery. 
Para compor o visual de shows ou mesmo para o dia-a-dia, Thedy tem algumas lojas de estimação. Uma delas é a Quincy Store, na qual ele faz compras há muitos anos. As outras são as elegantes Zara e Zoomp, também muito freqüentadas por ele. E por falar em visual, o músico também procura cuidar do preparo físico, indo à academia duas a três vezes por semana. Ele e seu personal trainer podem ser encontrados na Academia Mudança, sempre falando sobre cultura e futebol entre uma série e outra de execícios”

Ana Luiza Bazerque   
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Sunday, October 14, 2007

DIA 21, EM PORTO ALEGRE

Muitas pessoas estão passando mails manifestando sua tristeza em não conseguir ingressos para o show que o Nenhum de Nós vai realizar em POA no dia 21 junto com a banda Papas da Língua.

Trata-se um evento da COCA-COLA, com produção e organização a cargo do pessoal contratado pela empresa. O que significa que não adianta reclamar com a banda… Pelo que sei é remotíssima a possibilidade de show extra. O fato de os ingressos terem esgotado com 15 dias de antecedência, deixa a todos envolvidos bastante felizes, mas sei que frustra os que não conseguiram se programar com o tempo que julgavam suficiente para obter seus ingressos. O local tem uma capacidade, que já está esgotada… Simples assim.

Já adianto que a pergunta: “E quando vai ter este show aqui em ………………… ?” deve ser feita à Coca-Cola. ;0)
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Tuesday, October 9, 2007

SAIU NA ZERO HORA DE HOJE

 

“A passagem da banda americana The Black Eyed Peas pela Capital na terça-feira passada rendeu bem mais do que um show bacana no Pepsi On Stage - e uma queda esquisita de Fergie no palco… O vocalista e produtor will.i.am aproveitou o tempo que passou em Porto Alegre e se trancou no estúdio. O objetivo? Nada menos do que gravar aqui na cidade sua participação no disco de remixes que Michael Jackson vai lançar para comemorar os 25 anos de lançamento do antológico álbum Thriller (1982). O cara recriou a música P.Y.T. (Pretty Young Thing), penúltima faixa do disco.

- Foi impressionante ver um dos maiores produtores da atualidade trabalhando. Tivemos um workshop de luxo - entusiasma-se o cantor Thedy Corrêa (na foto, ao lado do gringo), que acompanhou e prestou assistência técnica ao músico nos três dias em que ele fuçou no estúdio Tec Áudio.

O vocalista da banda Nenhum de Nós foi quem arranjou o estúdio para will.i.am. Já Thedy foi indicado pelo produtor Liminha - que, por sua vez, foi chamado desde os Estados Unidos pelo músico brasileiro Sergio Mendes, que queria saber se em Porto Alegre haveria algum lugar adequado para o amigo will.i.am remexer na canção de Jacko.”

Contra Capa - Coluna de Roger Lerina  

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Wednesday, October 3, 2007

PEDRINHO ERA (É) O CARA!!

 

Na década de 70, quando CDs, arquivos de MP3, Internet e videoclipes só existiam na ficção científica e os LPs eram a última palavra em tecnologia musical numa Porto Alegre ingênua e caseira, tem início a série de histórias de música e futebol que compõem este livro. Protagonista da maioria delas e testemunha privilegiada de todas, o comunicador e empresário Pedro Sirotsky se transformou em peça fundamental na divulgação do rock para o jovem gaúcho. 

O grande veículo de Pedro foi o “Transasom”, programa que começou com um formato semanal na Rádio Gaúcha, em 1973, promoveu festas que enlouqueciam a juventude, a partir de 1975, e se consagrou quando ganhou as telas da TV Gaúcha, entre 1974 e 1979. O bordão “de jovem para jovem”, que acompanhou Pedro durante seus anos de glória, não era exagero: ele tinha 17 anos no início da aventura que está na gênese de um processo que ajudou a traduzir o rock para o público jovem gaúcho.

Além de relembrar a Porto Alegre dos anos 70, o livro entra na vida adulta de Pedro. Surfa nas ondas de rádios AM e FM nos anos 80, estaciona em Florianópolis, onde ele foi morar nos anos 90, e relata histórias dos bastidores do futebol, colhidas a partir de seu contato direto com os dirigentes mais poderosos do esporte, como Ricardo Teixeira, presidente da CBF.

Com depoimentos de personalidades variadas, como Nelson Motta, Maria Rita e Washington Olivetto, este é um livro para curiosos em geral, fãs de música e de futebol, estudantes de comunicação e pessoas que, como Pedro Sirotsky, nunca deixaram de se sentir jovens.

Um belo e comovente painel da comunicação e da cultura popular no sul do país nas últimas três décadas do século XX.

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